Tendo em conta a pressão humana sobre o ambiente, creio que a mudança diária das toalhas de banho não se justifica. Mudar os atoalhados a cada 2 dias seria igualmente bastante razoável, tornando assim possível economizar alguns recursos (nomeadamente água e electricidade).
Resposta de Carlos Coelho:
Olá Carolina, eu coloco as toalhas usadas nos toalheiros e o Hotel não as muda...
Carlos Coelho
ACHEI CURIOSO
Ana Araújo Quando se achava que existiam cerca de 10 sites de movimentos radicais, hoje em dia a sua exitência situa-se nas dezenas de milhar 03-09-2014 | 16:03
Luis Baltar Só com um projeto político verdadeiramente integrado, que reduza substancialmente os atuais obstáculos à natalidade, e criando mecanismo de consciencialização da sociedade desta problemática poderemos ter condições para afirmar que o país está realmente focado em resolver o problema da natalidade. 05-09-2014 | 14:09
Gonçalo Marques Francisco Sá Carneiro fez política porque entendeu que o país efetivamente precisava. 04-09-2014 | 21:47
Luís Girão O facto de Joaquim Azevedo abordar uma problemática bastante enraizada no país que consiste em ficar a trabalhar para além do período de trabalho, como forma de mostrar empenho e dedicação. Noutros países da Europa desenvolvidos esta prática é vista como uma falta de capacidade do trabalhador para desempenhar o seu papel no período de trabalho estipulado. À semelhança de outras situações, esta carece de uma mudança de mentalidades urgente. 05-09-2014 | 11:42
Ricardo Carlos "Um fundo para o mar tem tudo para dar mal" Daniel Bessa 04-09-2014 | 11:38
Ana Lourenço Ainda existem 1500 milhões de pessoas sem acesso à energia, e a situação já é delicada neste campo. 02-09-2014 | 10:54
Ricardo Carlos "Os períodos de crescimento ou recessão nunca são eternos" Maria Luís Albuquerque 06-09-2014 | 10:24
Rita Oliveira " A felicidade máxima de um pobre é vender aos ricos, onde mais nenhum pobre pode." - Dr. Daniel Bessa 04-09-2014 | 10:32
Lorena Souza Que numa conversa entre Durão Barroso e Putin, o Presidente Russo tenha indicado que poderia "tomar" Kiev em duas semanas, tendo os Russos criticado a divulgação desta conversa e não a desmentiram. 03-09-2014 | 15:01
João Pedro Oliveira O esclarecimento de Maria Luís Albuquerque quanto à intervenção no BES e a comparação com o que ocorreu no BPN.
“Quando há uma situação de dificuldade do sistema financeira o custo tem de ser repartido, isso implica que em qualquer solução, intervenção, recapitalização pública ou resolução, são os accionistas e credores subordinados os primeiros a entrar a pagar, estes terão de ter perdas. Se estas não forem suficientes passa-se pela fase seguinte, o Fundo de Resolução.
O Estado pode temporariamente emprestar ao Fundo de Resolução. Todos os bancos que alimentam o Fundo de Resolução ficam então responsáveis por devolver esse empréstimo ao Estado. E essa devolução é obrigatória.”
(...)“No caso BPN foi o Estado que assumiu as perdas do banco.” 06-09-2014 | 11:50