Sugiro que, se possível, se disponibilize o power-point da aula : Falar,... Claro
Resposta de Carlos Coelho:
Olá Tomás, estará na Intranet a seguir à aula :) Fiz algumas alterações à última hora e a única versão corrigida está no púlpito no meu computador.
Carlos Coelho
ACHEI CURIOSO
Hugo Ferrinho Lopes Como licenciado em Politologia, achei curioso o grande conhecimento do Mestre Rui Tavares sobre a clivagem esquerda/direita. Apesar de este ser militante e dirigente de outro partido, deixou bem claro a razão pela qual foi convidado a participar na UV2014.
Achei igualmente interessante o facto de o Prof. Dr. Poiares Maduro conseguir defender de forma credível uma posição que não é, de todo, a mais fácil e a mais consensual nas democracias contemporâneas.
Parabéns à organização por este debate extremamente profícuo. 02-09-2014 | 15:54
Tomás Portas O cuidado com o problema da pontualidade que, a meu ver, é uma doença cronica no seio da sociedade portuguesa. 02-09-2014 | 02:53
Ricardo Carlos "A tendência é fazer do futuro a lixeira do presente" Joaquim Azevedo 05-09-2014 | 10:55
Rita Oliveira " A felicidade máxima de um pobre é vender aos ricos, onde mais nenhum pobre pode." - Dr. Daniel Bessa 04-09-2014 | 10:32
Hugo Ferrinho Lopes O facto de o Prof. Dr. Daniel Bessa se levantar e falar para nós da mesma forma que dá uma aula na faculdade. Demonstra uma grande aproximação aos alunos. 04-09-2014 | 10:16
Alexandre Duarte Silva " Um grupo de jovens estar no Alentejo, a esta hora, durante uma semana a falar de política não podem ser normais! Daniel Innerarity
Somos fantásticos! 02-09-2014 | 23:16
José Alberto Ferreira O comentário do Dr. Carlos Coelho sobre o eleitorado português: é passivo, está "sentado no sofá, de comando na mão", procurando mudar de governo como quem muda de canal. 03-09-2014 | 12:06
João Pedro Oliveira O esclarecimento de Maria Luís Albuquerque quanto à intervenção no BES e a comparação com o que ocorreu no BPN.
“Quando há uma situação de dificuldade do sistema financeira o custo tem de ser repartido, isso implica que em qualquer solução, intervenção, recapitalização pública ou resolução, são os accionistas e credores subordinados os primeiros a entrar a pagar, estes terão de ter perdas. Se estas não forem suficientes passa-se pela fase seguinte, o Fundo de Resolução.
O Estado pode temporariamente emprestar ao Fundo de Resolução. Todos os bancos que alimentam o Fundo de Resolução ficam então responsáveis por devolver esse empréstimo ao Estado. E essa devolução é obrigatória.”
(...)“No caso BPN foi o Estado que assumiu as perdas do banco.” 06-09-2014 | 11:50
Ricardo Carlos "Se aparecerem à frente de um microfone e não tiverem nada de bom para dizer, o melhor é não dizer nada. Mais vale um segundo de silêncio do que um de asneira" Nuno Matias 03-09-2014 | 10:35