Como é evidente que vivemos todos numa aldeia global, penso que a organização tenha falhado ao não alargar a internet wireless aos quartos, nomeadamente aos do segundo andar.
Resposta de Carlos Coelho:
Olá Tomás, é de facto algo que vamos ter de rever.
Quando começámos a organizar a UV pensámos sobretudo em assegurar a nossa rede (que no início era sobretudo intranet e não tanto internet) nas zonas de trabalho e não nos quartos (também por causas dos custos de instalação da rede).
A maior parte dos hotéis oferecem aos seus clientes acesso à net mas o nosso hotel em Castelo de Vide é bem modesto como já repararam...
Carlos Coelho
ACHEI CURIOSO
Luís Girão Joaquim Azevedo, admite que a medida de incentivos monetários levada a cabo por diversas autarquias do país (como é o caso de Gouveia) possa ser pouco eficaz, na medida em que, o que realmente preocupa um casal é a eventual falta de garantias num futuro incerto e bastante volátil em termos essencialmente profissionais. Hoje em dia exercemos a nossa actividade profissional num mundo globalizado, onde o que hoje é uma garantia poderá já não o ser amanhã e o posto fixo de trabalho deixou de existir. 05-09-2014 | 11:25
José Alberto Ferreira A observação do Dr. Joaquim Azevedo em relação à orientação da política de natalidade: esta não deve ser meramente natalista - entenda-se, pagar prémios às famílias - mas antes visar a remoção dos obstáculos à natalidade desejada. 05-09-2014 | 11:47
Ricardo Carlos "A política monetária é pouco eficaz para a expansão da economia" Daniel Bessa 04-09-2014 | 11:59
Hugo Ferrinho Lopes O facto de o Prof. Dr. Daniel Bessa se levantar e falar para nós da mesma forma que dá uma aula na faculdade. Demonstra uma grande aproximação aos alunos. 04-09-2014 | 10:16
João Pedro Oliveira O esclarecimento de Maria Luís Albuquerque quanto à intervenção no BES e a comparação com o que ocorreu no BPN.
“Quando há uma situação de dificuldade do sistema financeira o custo tem de ser repartido, isso implica que em qualquer solução, intervenção, recapitalização pública ou resolução, são os accionistas e credores subordinados os primeiros a entrar a pagar, estes terão de ter perdas. Se estas não forem suficientes passa-se pela fase seguinte, o Fundo de Resolução.
O Estado pode temporariamente emprestar ao Fundo de Resolução. Todos os bancos que alimentam o Fundo de Resolução ficam então responsáveis por devolver esse empréstimo ao Estado. E essa devolução é obrigatória.”
(...)“No caso BPN foi o Estado que assumiu as perdas do banco.” 06-09-2014 | 11:50
Luis Serras de Sousa Será que os sistemas estão preparados, conforme os idealizamos e construímos, para conseguir resistir a maus políticos? Esta retórica proferida pelo Prof. Daniel Innerarity, faz nos pensar na gestão ruinosa em que muitos dos nossos governantes participaram, sendo a impunidade a conclusão de tais capítulos. Muito curiosa esta reflexão entre Estado versus Políticos! 02-09-2014 | 21:49
Luis Baltar A política está a tentar passar de um método reparador para um método integrado e projetado. 03-09-2014 | 05:36
Ricardo Carlos É interessante o Dr. Paulo Rangel ter dito em relação a uma reforma apresentada que esta não interessava a ninguém, mas que era importante. 04-09-2014 | 17:06
Marisa Rito Portugal tem vantagens unicas na prestação de serviços de pós-venda no mercado europeu. Prof. Daniel Bessa 04-09-2014 | 12:03
Marisa Rito A economia é um contributo para a política e a política excede em muito a economia. Prof Daniel Bessa 04-09-2014 | 11:59